quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Uma disputa quente

A turma nl0, de jornalismo e novas tecnologias só pensa em uma coisa ultimamente: O JÚRI SIMULADO. A palavra já remete a algo sério e leva ao cérebro a mensagem de competição. O que esquenta o clima e acaba por provocar a ânsia nos estudantes de jornalismo, que na sua maioria tem tendência a se animar com grandes discussões. Cada grupo vai tentar ao máximo defender o seu ponto de vista, e o júri vai ter que está muito bem preparado na hora de escolher um vencedor.  Os 40 alunos foram separados em quatro grupos de dez pessoas. Um argumentará, no sábado (24), sobre o livro “O Culto do Amador”, de Andrew Keen, enquanto na aula seguinte, quarta-feira, dia 28, outro grupo falará sobre “Cultura da Convergência”, de Henry Jenkins. Os 20 alunos restantes serão responsáveis por analisar o pensamento de cada um e fazer um relatório para justificar o voto. Para os jurados a responsabilidade ainda pesa mais, pois todos tem que ter lido as duas biografias, antes de assistir as defesas, e dar o veredito. Bom, agora só resta esperar para que o debate seja um sucesso, e que as repercussões acrescentem a todos positivamente.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Comédia em pauta


Ninguém sabe ao certo quando surgiu, mas o teatro hoje é uma das atividades de entretenimento que mais atrai o público. Anos após o aperfeiçoamento da arte, levou a diversificação de gêneros. Atualmente as peças voltadas para o humor assumem não só o modo tradicional, mas conseguem divertir o público com situações do cotidiano, como no stand up.

Comédia no Teatro

Teatro é uma das mais belas artes criadas no mundo, a vários séculos atrás, e tem como concepção alguém em cima de um tablado, representando alguma coisa, e uma multidão logo à frente, assistindo a essa representação. A comédia é um dos principais temas abordados nas peças teatrais, por isso é um dos gêneros que mais atraem as pessoas. O humorista do teatro entra no corpo do personagem, todo caracterizado: com roupas, maquiagem, voz e atitudes.

Stand up

Um espetáculo de humor executado por apenas um comediante. O humorista se apresenta geralmente em pé (daí o termo 'stand up'), sem acessórios, cenários, caracterização, personagem ou o recurso teatral, diferenciando o stand up de um monólogo tradicional do teatro. É também chamado de humor de cara limpa, termo usado por alguns comediantes.

Encaminhamento: Na reportagem abordaremos os dois aspectos da comédia – em stand up e teatro. Utilizaremos recursos visuais e auditivos para relatar as características de cada uma, o modo como são feitas, as diferenças, dificuldades e a opinião do público. Tentando abordar todos os aspectos dessas comédias no modelo 360º, e mantendo contato direto para a elaboração do conteúdo, recolhendo todos os dados e informações a partir das próprias fontes.

Muito além das intrigas de estado


Intrigas de estado. O título já diz tudo sobre o filme que vai estrear hoje. Amantes do jornalismo e da política podem se preparar, e os adeptos a um filme intrigante prestem bem atenção, pois não podem perder de ver esse longa metragem.

Com direção de Kevin Macdonald, Intrigas de Estado (State of Play), é uma adaptação do famoso seriado inglês de mesmo nome. O elenco renomado, com Russell Crowe, Ben Affleck, Rachel Mcdams e Helen Mirren, melhora ainda mais a história.
O filme acontece em Washington, D.C., nos Estados Unidos., e a história gira em torno de uma investigação jornalística sobre o assassinato de Sonia Baker (Maria Thayer), assistente e amante do congressista americano Stephen Collins (Ben Affleck). O trabalho da polícia com os jornalistas Cal McAffrey (Russell Crow) e Della Frye (Rachel Mcdam) transformam o filme policial em algo diferente, excitante e com prazo, sim com prazo para acabar, pois a matéria será capa do jornal e a editora-chefe Cameron Lynne (Helen Mirren), não os deixa esquecer do dead-line. O suspense é bem mais delicado do que parece, o jornalista McAffrey está envolvido em um triângulo amoroso com a mulher do congressista e amigo Collins, fato que compromete toda sua investigação, mas que talvez seja o ponto crucial para a solução do mistério. Se animaram? Vejam um pouco em http://www.imdb.com/video/imdb/vi2483225369/.
Uma característica interessante do longa, é a forma de mostrar os meios de comunicação que estão atualmente na sociedade. No começo, é visto a vantagem que o telejornalismo tem de impactar imagens, e transformá-las em notícia, ao expor o congressista emocionado ao revelar sobre o acidente diante de diversas pessoas. Neste caso as imagens tornaram a emoção do político mais importante que o assassinato.
No restante do filme os próprios jornalistas fazem comparações sobre os meios. Cal McAffrey, é um conceituado profissional no jornal e gosta das matérias com conteúdo e pesquisa, por isso preserva os contatos. O mesmo dá opiniões sobre o modo que a companheira de redação, Della Frye, trabalha: prefere as matérias quentes e ser a primeira a levar a informação para os cidadãos, pois é assim que se faz na web.
É possível comprovar essas características sobre os meios na diretoria também, pois apesar da editora-chefe do jornal coordenar os dois meios, a forma de administrar é diferente. A ambição de Cameron Lynne em levar o jornal ao topo e ser considerado o melhor, é visto na persistência no dead-line. O raciocínio dela é: quanto mais notícias melhor, e furos são essenciais. Ao longo do filme é notado que apesar de adorar toda a procura pelo assassino, ela não quer parar o jornal. É necessário continuar com notícias, mas por causa do foco na investigação, o desespero toma conta de Lynne ao ver a concorrência vender bastante por causa das notícias de capa sobre o deputado.
A corrida para a solução do caso pela dupla de jornalistas vai ficando cada vez mais rápida, e a verdade vai surgindo devagar e ao mesmo tempo de modo avassalador pela dupla. O papel fundamental e o cuidado com as fontes, o pensamento da melhor maneira de chegar nelas, a preocupação com o conteúdo baseado não só no compromisso profissional do jornalista com a verdade, mas que envolve a relação pessoal do jornalista McAffrey com uma das principais fontes, até que ponto isso vai interferir na notícia.
A mídia assumindo seu papel de denúncia perante a sociedade. Informações em estado bruto levam os repórteres a prática primordial do jornalismo, a investigação do conteúdo até a elaboração da notícia. As novas redes atuando no processo de somatório das informações, e a necessidade cada vez mais rápida por conteúdo, por aquilo que possa ser vendido e veiculado de imediato nas bancas e pela internet. As novas tecnologias transformando os produtores de notícia em meros "feirantes" de tudo aquilo que possa ser vendido, e por outro lado, a resistência dos que zelam pelo que representa a profissão, pessoas que aos poucos estão sendo incorporadas a conviver no sistema cada vez mais puro do interesse mercantil.



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dromocracia, universo cibernético e realidade


Até que ponto a dromocracia interfere no cotidiano? A sociedade vive em um fluxo constante de informação, a velocidade está ficando cada vez mais ilimitada. Quem não se insere nesse “novo” (daqui a pouco é velho) universo cibernético fica fora do contexto que move a sociedade, composto não só de informação, mas principalmente de tecnologia. O tema vai muito além do conhecimento virtual, mexe diretamente com uma das questões mais discutidas atualmente, a acessibilidade.
            De acordo com o professor do programa de estudos pós-graduados em comunicação e semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Eugênio Trivinho, “a dromocracia é a exigência atual para termos conhecimentos específicos a fim de nos sentirmos inseridos no rápido avanço tecnológico”, mas o mesmo afirma que é algo praticamente inalcançável, pois os “dromoaptos” estão incluídos em um pequeno grupo, os dos velozes e com condições financeiras de acompanhar e comprar as novidades cibernéticas.
            Pessoas que vivem aparentemente da vida cibernética e que estão inseridas em uma complexa e constante rede de relacionamentos criam a ilusão de popularidade fomentando e camuflando cada vez mais a realidade, se escondendo atrás de estereótipos. Segundo o professor as pessoas estão mais solitárias do que nunca. E o crescimento das redes sociais é na verdade um termômetro da necessidade de compensação no processo de solidão humana.    
            Apesar de pouco percebido existe uma violência simbólica por trás disto, a pressão social que gira em torno dessa situação acaba por obrigar as pessoas a estarem sempre atualizadas e habilitadas com naturalidade, sem a preocupação e o molde devido ao sacrifício que isso requer.
As pessoas querem cotidianamente se reciclar, saber das novidades, e serem sempre sábias em tudo, mas isso não é uma vida real. É necessária a conscientização de que o futuro é assim, cheio de coisas novas, mas não se deve parar de viver somente para se atualizar. Muitos acham que compreender todos os assuntos no mundo virtual é ser inteligente na vida real, mas estão enganados. Primeiro que para ser totalmente antenado no universo cibernético é quase impossível, porque deve-se ter dinheiro para arcar com os custos das novidades e antes de tudo tempo. Para Eugênio Trivinho, a sociedade precisa de vínculos verdadeiros, e não virtuais. Precisa-se sair da internet, enfrentar e aprender com a vida real, pois esta não é uma tarefa tão fácil quanto perece ser no mundo ciber.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomelite atingiu a meta de 2011

No último sábado, a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomelite imunizou cerca de 7,2 milhões de crianças menores de 5 anos em todo o país.

A primeira fase, realizada no dia 12 de junho, vacinou 14 milhões de crianças. Segundo o Ministério da Saúde esse número total foi satisfatório, pois a meta principal foi atingida. Entretanto a vacina continua disponível em 115 mil postos, montados em unidades de saúde na rede pública.

A previsão é que o resutado final da campanha seja divulgado até o final de agosto.